Nesta temporada da volta das férias, o consultório fica repleto de pacientes chateadas com as manchas na pele geralmente na face. É o melasma, a mancha amarronzada que incomoda e muito. Você foi para a praia, usou o filtro, chapéu, mas mesmo assim o melasma ficou ainda mais evidente. É assim mesmo, com o calor, a incidência solar, ele piora. Voltando da praia, é hora de se dedicar aos cuidados, pois melasma não tem cura, porém tem tratamento com ótimos resultados. Fiz uma série de posts e vídeos na instagram @clinicacrepaldi e também no meu @natashacrepaldi, com várias dicas para acalmar seu coração.

Melasma é um distúrbio pigmentar que ocorre principalmente no rosto e é dividido em três tipos: superficial, profundo e misto. Os fatores que resultam nas manchas de tom marrom-claro a escuro são genéticos e hormonais.
Mas além do sol, as luzes artificiais, como as das lâmpadas, computadores e até da tela do celular também aceleram o escurecimento do melasma, viu!?

Por ser um fator crônico, o melasma é uma disfunção sem cura e o tratamento para amenizar o tom das manchas deve ser contínuo. As opções de tratamentos são inúmeras, mas é preciso muito cuidado no procedimento adotado.

Entre os procedimentos:

– Filtro solar – creme com cor e fator de proteção alto e via oral;
– Cremes e ácidos manipulados;
– IPCA – tipo específico de tratamento com agulhas, feito por dermatologistas;
– Laser de baixa intensidade – que emitem pouca luz e calor;
– Peelings específicos e pouco agressivos;
– Aplicação Intradérmica de ativos e medicações

Sempre que surgir alguma alteração na face, o ideal é consultar o dermatologista para avaliar a mancha e fazer um diagnóstico, combinado?

Nada de pegar receita da amiga!

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